DOR 01
GR no contrato, não na rota
A exigência de segurança vira cláusula que ninguém audita em tempo real. Quando o GR atua, o evento já aconteceu.
Vertical · Valores e cargas sensíveis
O plano de gerenciamento de risco não pode morar só no contrato. A SIGA+ leva o GR pra dentro da rota — com bloqueio operacional, identificação por hardware e integração nativa com as principais gerenciadoras.
A operação
Eletrônico, farmacêutico, bebida, carga de alto valor agregado: quem contrata o frete exige plano de gerenciamento de risco, e a apólice cobra o cumprimento. O problema clássico é que o PGR mora no contrato e a rota mora na rua — auditar depois do evento é só documentar o prejuízo.
A SIGA+ embarca a regra no hardware: partida só com identificação válida, parada fora do plano notificada em minutos, e a gerenciadora de risco do embarcador conectada por integração nativa — a mesma fonte de verdade para transportador, embarcador e GR.
Onde dói
DOR 01
A exigência de segurança vira cláusula que ninguém audita em tempo real. Quando o GR atua, o evento já aconteceu.
DOR 02
Sem vínculo por hardware, qualquer pessoa com a chave opera o veículo. Em carga sensível, isso não é detalhe — é a brecha.
DOR 03
A rota prevista tem paradas previstas. A parada que não estava no plano precisa gerar reação em minutos, não constar num relatório semanal.
O copiloto aqui
01
O veículo só parte com identificação válida e condição operacional conforme. Regra embarcada no hardware, não boa vontade.
02
Vínculo motorista × veículo por hardware, com CPF e CNH. O caminhão não liga sem saber quem está no volante.
03
Integração nativa com as principais gerenciadoras do mercado — de Buonny e Apisul a NStech e Opentech. Sua gerenciadora audita a rota com a mesma fonte de verdade que você.
A voz na cabine
Próximo passo
Você conta como opera hoje. A gente diz, na mesma conversa, se a SIGA+ resolve — e se não resolver, falamos na hora.