DOR 01
Descobrir no destino
A temperatura saiu da faixa na estrada e ninguém soube. O cliente recusa a carga na doca — e o prejuízo já viajou 400 km.
Vertical · Cadeia fria
Sensor de temperatura no mesmo hardware embarcado do copiloto. O alerta chega em rota — antes da carga perder validade, não no fechamento do dia.
A operação
Congelado, resfriado, farmacêutico: cada categoria tem uma faixa, cada cliente tem um protocolo, e a auditoria pede a curva de temperatura da viagem inteira — não a foto da chegada. Quando o registro é manual, a operação inteira depende de uma planilha preenchida no estacionamento.
Na SIGA+ o sensor de temperatura entra no mesmo hardware embarcado que já faz jornada, condução e combustível. Não é uma caixa a mais no caminhão: é a mesma instalação, o mesmo chicote, a mesma plataforma — com a voz do copiloto avisando o motorista no minuto em que a faixa estoura.
Onde dói
DOR 01
A temperatura saiu da faixa na estrada e ninguém soube. O cliente recusa a carga na doca — e o prejuízo já viajou 400 km.
DOR 02
Planilha preenchida no fim da viagem não é prova de cadeia fria. É memória do motorista — e auditoria nenhuma aceita memória.
DOR 03
Cada minuto de baú aberto em entrega derruba a temperatura. Sem registro, o desvio não tem hora, nem local, nem responsável.
O copiloto aqui
01
Sensor conectado ao hardware embarcado, leitura constante. Faixa configurada por tipo de carga, alerta na divergência.
02
O motorista ouve o desvio no momento: verifica o equipamento de frio, fecha o baú, age antes do dano.
03
Curva de temperatura completa, exportável. O que o embarcador exige de cadeia fria, você entrega documentado.
A voz na cabine
Próximo passo
Você conta como opera hoje. A gente diz, na mesma conversa, se a SIGA+ resolve — e se não resolver, falamos na hora.